Novos detalhes revelados pela investigação policial apontam que o menino de 9 anos, resgatado de condições análogas ao cárcere privado em um banheiro comercial, sofria agressões físicas frequentes. O caso gerou forte comoção pública pela gravidade dos relatos.
Segundo a delegada responsável pela condução do inquérito, os depoimentos e exames periciais indicam que a criança era agredida com fios elétricos e utensílios de cozinha. Os principais suspeitos do crime são o pai e a madrasta da vítima, que foram detidos preventivamente pelas autoridades.
Durante o interrogatório formal na sede policial, ambos os investigados optaram por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio. A criança foi encaminhada para acompanhamento psicológico e está sob a proteção dos órgãos de assistência social do município.




